quarta-feira, 22 de setembro de 2010


"A vida sempre se me afigurou uma planta que extrai sua vitalidade
do rizoma; a vida propriamente dita não é visível, pois jaz
no rizoma. O que se torna visível sobre a terra dura um só verão,
depois fenece... Aparição efêmera. Quando se pensa no futuro e
no desaparecimento infinito da vida e das culturas, não podemos
nos furtar a uma impressão de total futilidade; mas nunca perdi o
sentimento da perenidade da vida sob a eterna mudança. O que
vemos é a floração – e ela desaparece. Mas o rizoma persiste." 
Carl Gustav Jung